
O entusiasmo com as instituições financeiras atingiu um limite crítico. Desde 2020, os índices de satisfação dos brasileiros apresentam queda constante.
Ter um bom aplicativo já não é um diferencial. A automação excessiva prejudicou a experiência do cliente, que agora busca eficácia na sua jornada.
O aumento de crimes digitais impacta a percepção de valor. Sem a sensação de segurança, a eficiência tecnológica perde sua importância para o consumidor.
O uso desordenado de robôs criou barreiras no suporte. Tecnologia deve acelerar o simples, mas jamais impedir o acesso humano em questões complexas.
Para 2026, a segurança e a proteção de dados são pilares centrais. Instituições sem transparência perdem clientes logo no primeiro problema.
Em um mercado saturado de soluções automáticas, a intervenção humana torna-se um diferencial competitivo essencial para os bancos líderes.
O sucesso até 2026 virá de quem souber humanizar a experiência digital em escala. Leia a análise completa da REVIIV para entender o cenário.
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