
O país concentra 40% das manipulações por IA no continente, com um aumento de 126% em um ano. A segurança das empresas brasileiras está em alerta máximo.
Conteúdos sintéticos que usam redes neurais para replicar rostos e vozes com precisão. Criminosos criam executivos hiper-realistas para enganar funcionários.
Criminosos extraem dados de redes sociais, processam expressões via IA e aplicam o golpe em chamadas de vídeo ou áudios urgentes para pedir transferências.
Confiar apenas em senhas, ignorar a autenticação multifatorial e negligenciar o treinamento das equipes são os erros que facilitam a ação de golpistas.
Sistemas modernos detectam anomalias em tempo real. Investir em ferramentas de liveness e criptografia é essencial para manter a resiliência operacional.
Adote o modelo Zero Trust: valide rigorosamente toda interação. Use palavras-passe verbais para transações urgentes e treine colaboradores contra engenharia social.
A prevenção é mais barata que remediar. Informe-se sobre as novas ameaças e blinde sua reputação. Leia o artigo completo na REVIIV.
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