
Relatos internos indicam dúvidas sobre o futuro do Real Digital. O Banco Central avalia se o modelo atual do DREX precisa ser revisto.
O projeto enfrenta barreiras complexas de interoperabilidade, governança e segurança digital, tornando a execução mais lenta e custosa que o previsto.
Especialistas apontam que o Real Digital exige mais do que tecnologia avançada; ele precisa de clareza regulatória e confiança total do mercado.
Diferente do PIX, que se consolidou rapidamente, o DREX lida com incertezas estruturais que colocam sua implementação atual sob escrutínio constante.
A revisão pode ser uma chance de desenhar um modelo mais eficiente, ágil e alinhado às necessidades reais do sistema financeiro brasileiro.
Empresas do setor financeiro devem revisar suas estratégias e preparar infraestruturas para possíveis mudanças nas normas de pagamentos digitais.
Tecnologia exige integração estratégica. Utilize a inteligência regulatória da REVIIV para transformar incertezas em vantagem competitiva. Leia o artigo.
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