
Relatório do Banco Central aponta um aumento drástico de 4x nas ocorrências e tentativas de golpes. O sistema financeiro enfrenta um desafio crítico.
Os criminosos mudaram a tática. Em vez de invadir servidores, agora exploram a confiança e a urgência das vítimas por meio da Engenharia Social.
O acesso indevido a CPFs e endereços permite que golpistas assumam identidades legítimas, tornando transações falsas indistinguíveis para os algoritmos.
A instantaneidade dos pagamentos brasileiros reduziu o tempo que as instituições têm para bloquear transações suspeitas antes da conclusão do envio.
Construir muros digitais não basta. Se o criminoso usa a senha correta e uma identidade confirmada, ele transita livremente pelas defesas tradicionais.
Não basta validar a senha. Instituições devem adotar o modelo de Confiança Zero e analisar o comportamento para prevenir perdas financeiras.
O futuro da segurança está no ritmo do cliente. Padrões de digitação e geolocalização são a nova fronteira. Leia o artigo completo na REVIIV.
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