
A inteligência artificial deixou de ser previsão e já integra a rotina de um quinto das instituições de saúde brasileiras, aponta a pesquisa TIC Saúde.
Cerca de 45% das instituições que adotam IA utilizam a tecnologia para aprimorar fluxos clínicos e administrativos, reduzindo gargalos operacionais.
Algoritmos já analisam exames em segundos, auxiliando médicos na tomada de decisão e reduzindo o tempo de espera dos pacientes nos atendimentos.
A IA é usada por 36% das instituições para fortalecer a proteção de dados clínicos e monitorar ataques cibernéticos antes que se tornem críticas.
O maior obstáculo atual é a integração de softwares. Dados fragmentados impedem que a IA alcance seu potencial máximo na gestão hospitalar.
Permitir que sistemas troquem dados de forma segura evita duplicidade de exames e falhas de comunicação, melhorando toda a jornada do paciente.
Sucesso exige governança, ética e integração. Confira os detalhes sobre o impacto dessa tecnologia no artigo completo da REVIIV.
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