
A gigante do e-commerce inicia uma reestruturação profunda, priorizando a inteligência artificial para otimizar sua eficiência operacional.
O desligamento de 119 colaboradores formaliza o movimento da empresa em substituir braços manuais por inteligência de escala e automação.
A tecnologia deixa de ser suporte para se tornar a base da rentabilidade em 2026. O foco é otimizar áreas como logística e suporte ao cliente.
A automação traz riscos: transformar a jornada do cliente em um processo frio. A empatia humana permanece um diferencial impossível de automatizar.
A governança de algoritmos assume papel vital no novo RH. É preciso evitar vieses e garantir que a tecnologia auxilie, não substitua, a estratégia.
O colaborador focado apenas em execução perde espaço. O grau crítico humano tornou-se o recurso mais valioso na era da inteligência artificial.
O Mercado Livre dita o ritmo da transformação na América Latina. Entenda os impactos dessa mudança na cultura e na estratégia de negócio.
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