A princípio, o entusiasmo do brasileiro com as instituições financeiras atingiu um limite crítico. Segundo a consultoria Bain & Company, a satisfação bancária apresenta um declínio constante desde 2020. Embora as fintechs tenham facilitado o crédito, a percepção de valor está sob forte pressão. Dessa forma, o setor precisa provar que a inovação não justifica a perda na qualidade do suporte.
O Fim do Diferencial Digital e a Experiência do Cliente
Paralelamente, a conveniência de um bom aplicativo deixou de ser uma vantagem competitiva. No entanto, a excessiva automação gerou uma queda nítida na satisfação bancária. Portanto, as instituições que pretendem reverter este cenário devem focar menos em funcionalidades e muito mais na eficácia da jornada do cliente.
O Impacto das Fraudes na Confiança
Além disso, o aumento de crimes digitais tem abalado a confiança do consumidor. Nesse sentido, a eficiência tecnológica perde o valor se o usuário não se sentir protegido. A segurança tornou-se, então, o pilar central para manter a satisfação bancária.
O Equilíbrio entre Tecnologia e Empatia para 2026
Por fim, o cenário projetado para 2026 exige que os bancos encontrem o ponto de equilíbrio. Ou seja, o sucesso não virá do aplicativo mais moderno, mas de quem conseguir humanizar a experiência digital em escala.
REVIIV INSIGHTS: Estratégias para a Satisfação Bancária
A queda nos índices atuais é o reflexo de um mercado que priorizou a escala técnica. Para a REVIIV, o foco excessivo em tecnologia prejudicou a profundidade da conexão com o cliente.
Os Limites da Automação no Atendimento
O uso desordenado de robôs criou uma barreira frustrante no suporte. A tecnologia deve acelerar o que é simples, mas nunca impedir o acesso humano em situações complexas que exigem sensibilidade.
Governança como Pilar da Satisfação Bancária
A segurança digital tornou-se o principal indicador de sucesso em 2026. De fato, instituições sem transparência perdem o cliente no primeiro problema. A proteção de dados é o que sustenta o valor do cliente ao longo do tempo.
O Fator Humano como Diferencial Competitivo
Em um ambiente saturado de soluções automáticas, a intervenção humana torna-se um ativo de luxo. Em última análise, os bancos líderes serão aqueles que usarem a tecnologia para capacitar seus colaboradores.


