
O Banco Central confirmou o MED 2.0, um protocolo focado em rastreabilidade e recuperação de valores para aumentar a segurança das transações.
A grande mudança permite o bloqueio de recursos em múltiplas camadas, rastreando contas de destino subsequentes e combatendo o uso de contas laranjas.
O Banco Central concedeu um respiro ao mercado. As instituições financeiras têm até 2026 para estarem plenamente integradas ao novo sistema.
O bloqueio em camadas dificulta a logística do cibercrime e impede a pulverização rápida do dinheiro desviado pelas organizações criminosas.
A integração profunda evita bloqueios indevidos e erros. A estabilidade sistêmica é prioridade para manter a confiança de consumidores e empresas.
A capacidade de recuperar valores torna-se um ativo valioso. O monitoramento do fluxo financeiro de ponta a ponta eleva o patamar de segurança do Pix.
Até 2026, o Brasil reforça sua vanguarda tecnológica. Confira os detalhes sobre como essas mudanças impactam o seu negócio no artigo completo.
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