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Alvo Confirmado: Brasil é o 7º País com Mais Ataques de Cibersegurança no Mundo

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Renato Mattos

Gestor de TI e Engenharia da computação com mais de 15 anos de experiência em inovação, tecnologia e produtos digitais, nos mercados de cartões de crédito, meios de pagamento, soluções de mobilidade urbana e agronegócio. Atuou em grandes empresas como Cielo, REDE, Elavon do Brasil e Stelo (grupo Bradesco), no setor de Agro na COFCO International em posições de CTO e CPO. Fundador da consultoria em tecnologia REVIIV.

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A princípio, o Brasil consolidou sua posição como um dos principais alvos de cibercriminosos globalmente, ocupando agora o 7º lugar no ranking mundial. O cenário atual revela um salto expressivo em tentativas de ransomware e phishing, exigindo uma postura rígida de cibersegurança. Com efeito, criminosos utilizam Inteligência Artificial para burlar defesas tradicionais e acessar dados sensíveis. Dessa forma, o investimento em proteção digital tornou-se prioridade máxima para a continuidade de qualquer negócio no país.


Os Desafios da Cibersegurança em 2026


Certamente, o avanço tecnológico trouxe novas complexidades para a defesa das redes corporativas. Embora as empresas tentem se proteger, o uso de algoritmos avançados para criar golpes de engenharia social exige uma estratégia de cibersegurança muito mais sofisticada. Nesse sentido, o monitoramento em tempo real torna-se indispensável para conter incidentes antes que se transformem em crises financeiras. Consequentemente, o déficit de defesa digital coloca o Brasil em uma posição de vulnerabilidade crítica no mapa global.

Ameaças de IA e Engenharia Social

Além disso, os ataques indetectáveis via IA estão redefinindo os limites do crime digital. Portanto, confiar apenas em softwares básicos de cibersegurança não é mais suficiente para garantir a integridade das operações. Afinal, a capacidade de antecipação é o que separa uma empresa resiliente de uma organização paralisada por ataques.


REVIIV INSIGHTS: Cibersegurança Além do Software


Para a REVIIV, o fato de o Brasil estar no “Top 10” desse ranking sinaliza um sintoma claro do déficit de capital humano especializado. De fato, muitas organizações investem em ferramentas caras, mas ignoram que a tecnologia depende de especialistas qualificados.

O Risco da Cadeira Estratégica Vazia

Frequentemente, a maior vulnerabilidade de uma empresa não está em seu código, mas na ausência de liderança técnica. Nesse sentido, acreditamos que a cibersegurança deve ser tratada como um pilar de governança e reputação da marca, e não como um gasto isolado. Logo, a falta de expertise para antecipar crises transforma o risco digital em uma ameaça direta à operação comercial.

Tecnologia e Capital Humano

Em suma, a ferramenta só é eficiente quando operada pelas pessoas certas. Assim, o sucesso na jornada de cibersegurança depende da união entre hardware de ponta e profissionais capazes de interpretar ameaças em tempo real.

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