Time novo sem parar a operação
A empresa precisava evoluir sua operação de tecnologia com um parceiro mais atualizado, capaz de acompanhar novas práticas, ferramentas e arquiteturas sem colocar em risco produtos críticos já em produção. O desafio era fazer essa transição sem interromper a operação, preservando o conhecimento acumulado e garantindo continuidade desde o primeiro dia. Mais do que substituir um fornecedor, era necessário colocar rapidamente um novo time em operação, absorver o contexto existente e construir uma parceria mais sustentável para os próximos ciclos de evolução dos produtos.

- 0%
- de turnover
- 2 semanas
- para a equipe entrar em operação
O desafio
A empresa precisava evoluir sua operação de tecnologia com um parceiro mais atualizado, sem interromper produtos críticos que já estavam em produção. O desafio não era apenas substituir o fornecedor, mas fazer essa transição preservando o conhecimento acumulado, mantendo as entregas em andamento e evitando impacto para as áreas de negócio. Como parte relevante do contexto técnico e operacional estava concentrada no time anterior, a entrada da nova equipe precisava acontecer com um handover estruturado e em um prazo curto. Ao mesmo tempo, não bastava formar o time rapidamente: era necessário garantir continuidade, reduzir a perda de conhecimento causada por trocas frequentes de profissionais e estabelecer uma gestão capaz de acompanhar a evolução da equipe ao longo do tempo. O objetivo, portanto, era combinar três fatores que normalmente entram em conflito em uma transição desse porte: velocidade para assumir a operação, estabilidade do time e gestão contínua baseada em indicadores.
A solução
A alocação com IA da REVIIV foi estruturada para resolver dois problemas ao mesmo tempo: formar rapidamente um time capaz de assumir uma operação crítica e criar mecanismos para que essa equipe permanecesse estável e produtiva ao longo do tempo. O trabalho começou pelo entendimento do contexto técnico e operacional do cliente. Stack, senioridade, responsabilidades, ambiente de trabalho e características esperadas de cada posição foram definidos antes do início da busca. A partir desse briefing, a REVIIV conduziu a seleção e apresentou uma shortlist reduzida, com dois a três profissionais previamente avaliados por posição. Entre o início do processo e a entrada da equipe em operação, foram duas semanas, incluindo o período de handover com o fornecedor anterior. A avaliação técnica considerou não apenas conhecimento de stack e experiência profissional, mas também a capacidade de trabalhar com IA de forma crítica. O uso de ferramentas generativas já faz parte da rotina de desenvolvimento, mas produtividade com IA depende de saber validar respostas, identificar limitações, revisar código e tomar decisões técnicas sem transferir o julgamento para o modelo. Esse comportamento faz parte dos critérios utilizados pela REVIIV na avaliação dos profissionais. O processo de seleção também incorporou a dimensão comportamental. Avaliações QUATI e DISC ajudam a complementar entrevistas e referências com uma leitura mais estruturada sobre perfil, comunicação e forma de trabalho. O objetivo não é buscar um perfil único, mas entender como cada profissional tende a atuar dentro do ambiente do cliente e como diferentes características podem se complementar na composição do time. Depois da alocação, a gestão continua. A REVIIV acompanha mensalmente a equipe por meio de indicadores de engenharia, pessoas e comportamento. As DORA Metrics são utilizadas para acompanhar aspectos da entrega de software e da eficiência do fluxo de desenvolvimento. O People BI consolida indicadores relacionados à evolução, estabilidade e acompanhamento dos profissionais. As avaliações QUATI e DISC complementam essa visão com informações sobre perfil e dinâmica do time. Esses dados são analisados em conjunto e apoiados por IA para identificar tendências, pontos de atenção e oportunidades de melhoria. Com isso, a gestão deixa de depender apenas de percepções pontuais e passa a trabalhar com evidências sobre desempenho técnico, comportamento e estabilidade da equipe. Foi essa combinação entre seleção, velocidade de entrada e gestão contínua que permitiu fazer a transição sem interromper a operação e, ao mesmo tempo, construir uma equipe que permaneceu estável após a mudança de fornecedor.
O resultado
Em duas semanas, a nova equipe concluiu o handover e assumiu a operação dos produtos críticos. A partir daí, o ganho deixou de ser apenas a velocidade da transição: ao longo do período, o turnover não existiu, preservando o conhecimento técnico e de negócio construído dentro da equipe. Durante todo o processo, a REVIIV manteve ciclos recorrentes de feedback com o cliente e com os profissionais alocados. Esses retornos foram utilizados para orientar o desenvolvimento individual da equipe, ajustar pontos de evolução e reforçar comportamentos e práticas que estavam gerando resultado. Ao longo do período, os profissionais receberam avaliações muito positivas do cliente e construíram uma relação próxima e produtiva com as áreas atendidas. Na prática, a empresa deixou de enfrentar ciclos recorrentes de perda de contexto e passou a acumular conhecimento a cada nova entrega. A estabilidade do time, combinada ao acompanhamento contínuo e ao desenvolvimento dos profissionais, criou uma relação de longo prazo que agrega valor para o cliente, para a equipe e para a própria evolução dos produtos.
Case de alocação com IA da REVIIV que acelerou a transição tecnológica, com equipe dedicada em operação em menos de duas semanas e 0% de turnover.
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