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Biometria facial no e-commerce: menos perdas nas autenticações das bandeiras

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Sirle Medeiros

Sirle Medeiros é especialista em Marketing com MBA em Liderança, certificações internacionais e mais de 30 anos de experiência em vendas e crescimento nos setores financeiro, tecnologia e serviços. Atualmente lidera a área de parcerias e expansão comercial na REVIIV, oferecendo soluções regulatórias inteligentes. Com trajetória marcada por resultados expressivos e atendimento a grandes players como PicPay, Cielo e Mercado Pago, Sirle combina estratégia, relacionamento e execução para transformar desafios em oportunidades.

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Segurança e conversão precisam andar juntas

Em um cenário cada vez mais digital, garantir a segurança das transações online é indispensável. No entanto, no e-commerce brasileiro, essa segurança muitas vezes entra em conflito com a conversão de vendas. Estima-se que, anualmente, entre R$ 120 e R$ 150 bilhões deixem de ser convertidos em vendas. Isso ocorre, sobretudo, devido a falhas na validação de identidade e na confirmação da titularidade do cartão — etapas que envolvem diretamente emissores, adquirentes e, especialmente, as bandeiras, que concentram parte importante dos processos de autenticação e decisão de risco.

Embora esse problema seja recorrente, ele está longe de ser inevitável. Pelo contrário, à medida que o comércio eletrônico se consolida, também aumentam as oportunidades de inovar e reduzir perdas.

A urgência da inovação nos pagamentos digitais

Diante desse contexto, torna-se evidente que soluções tradicionais de autenticação já não são suficientes. Por isso, é fundamental adotar tecnologias mais modernas, que ofereçam segurança sem comprometer a experiência do usuário. É exatamente nesse ponto que a biometria facial surge como um divisor de águas. Afinal, ela proporciona tanto maior segurança quanto mais eficiência na aprovação de transações legítimas.

Por que tantas transações falham nas bandeiras?

Apesar da presença de sistemas antifraude robustos, muitos varejistas continuam enfrentando o mesmo dilema: proteger os canais ou garantir uma jornada de compra fluida? Frequentemente, algoritmos baseados em comportamento — utilizados por adquirentes e também pelas bandeiras — bloqueiam compras legítimas por considerá-las fora do padrão. Ou seja, basta que a transação ocorra em horário incomum, tenha valor elevado ou seja feita por um canal diferente do habitual para que o sistema levante suspeitas.

Consequentemente, esses bloqueios afetam diretamente o faturamento. Além disso, causam frustração nos consumidores e prejudicam a reputação das marcas envolvidas.


Como a biometria facial está mudando esse jogo


Diante desse cenário desafiador, soluções como o Unico IDPay ganham destaque. Combinando reconhecimento facial, machine learning e integração direta com emissores, a tecnologia é capaz de autenticar a identidade do comprador com alto grau de precisão. Desse modo, mesmo operações consideradas de risco elevado tornam-se mais seguras — e, acima de tudo, mais eficazes.

Desde seu lançamento, o IDPay já aprovou com segurança mais de R$ 14 bilhões em vendas que, de outra forma, teriam sido recusadas pelos métodos tradicionais. Além disso, como está integrado a quatro dos cinco maiores bancos emissores do país, seu alcance e eficiência crescem a cada dia.

Verificação precisa, sem adivinhações

Um dos grandes diferenciais da solução está na abordagem determinística. Ou seja, ao invés de trabalhar apenas com probabilidades, o IDPay verifica diretamente quem está comprando. Isso significa que ele não “adivinha” com base em padrões comportamentais — ele confirma. Como resultado, os falsos positivos são drasticamente reduzidos, e os consumidores reais conseguem concluir suas compras com muito mais facilidade.

Com isso, todos os envolvidos saem ganhando: consumidores têm menos barreiras, varejistas recuperam vendas antes perdidas e instituições financeiras operam com mais previsibilidade e confiança.

Resultados concretos com uma tecnologia confiável

Além de tudo isso, é importante destacar que a Unico já está conectada a redes de autenticação amplamente utilizadas por bancos, fintechs, operadoras de saúde e outras empresas. Por esse motivo, consegue validar com precisão nove em cada dez brasileiros economicamente ativos. Essa capilaridade, por sua vez, permite acelerar a aprovação das compras online, sem abrir mão da segurança.

Hoje, mais de 50 marcas já utilizam a biometria facial da Unico. E os resultados são claros: maior taxa de conversão, menor volume de perdas e uma jornada de pagamento mais fluida e segura — especialmente nas etapas de autenticação das bandeiras.

A REVIIV apoia essa transformação

Na REVIIV, acompanhamos de perto todas as evoluções em tecnologias de pagamento, segurança digital e experiência do usuário. Por isso, atuamos ao lado de empresas que desejam transformar seus resultados, sem deixar de lado a inovação e a eficiência operacional. Assim, garantimos que nossos parceiros tenham acesso ao que há de mais moderno — com segurança, fluidez e escalabilidade.