A princípio, o país possui uma vantagem competitiva clara para liderar o setor tecnológico através da Inteligência Artificial, mas enfrenta um obstáculo crítico: a falta de mão de obra qualificada. De acordo com especialistas, o mercado financeiro mantém discussões aquecidas sobre a aplicação da tecnologia. No entanto, a execução real esbarra no déficit de profissionais preparados para lidar com a inteligência artificial no Brasil.
Vantagem Estratégica e Esforço Coletivo na Indústria
Atualmente, o setor privado e o governo buscam unificar esforços para criar um ambiente digital robusto. Entidades como CNI, Fiesp e Febraban trabalham em conjunto para acelerar essa maturidade. Contudo, mesmo com investimentos recordes e infraestrutura resiliente, a inteligência artificial no Brasil exige habilidades que o mercado de trabalho ainda não supre em larga escala.
O Desafio da Capacitação Acelerada e o Backoffice
Simultaneamente, observa-se um crescimento explosivo na busca por cursos na área, com altas que chegam a 840%. As empresas entenderam que a ferramenta não é mais uma promessa, mas um componente essencial das rotinas financeiras. Entretanto, pesquisas indicam que apenas uma pequena parcela dos profissionais utiliza a inteligência artificial no Brasil (3) de forma diária e eficaz no backoffice.
Preparação para o “Tsunami” Tecnológico de 2026
Nesse contexto, líderes globais e locais correm contra o tempo, pois a tecnologia avança mais rápido do que o treinamento. Afinal, o grande desafio de 2026 será converter o interesse em competência real. Garantir o sucesso da inteligência artificial no Brasil (4) depende diretamente da formação de capital humano qualificado.
REVIIV INSIGHTS: O Talento como Ativo Escasso
Para a REVIIV, a vantagem competitiva brasileira só será sustentável se for acompanhada de uma revolução na educação corporativa. Ter a melhor inteligência artificial no Brasil disponível não garante ROI se a equipe não souber extrair valor estratégico dela.
O Insight para Gestores: Formar em vez de Comprar
O diferencial estratégico agora não é apenas adquirir softwares, mas “formar” inteligência. As empresas que investirem no upskilling de seus times serão as únicas capazes de transformar o potencial da inteligência artificial no Brasil em lucro real.
O Grau Crítico Humano no Comando
Por fim, acreditamos que a tecnologia é o motor, mas o discernimento humano continua sendo o piloto indispensável. O sucesso na implementação da inteligência artificial no Brasil exige que o capital humano seja o filtro final de qualquer inovação, garantindo ética e eficiência nos resultados.
