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IA Agêntica: A Fronteira de US$ 450 Bilhões na Inteligência Artificial

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Sirle Medeiros

Sirle Medeiros é especialista em Marketing com MBA em Liderança, certificações internacionais e mais de 30 anos de experiência em vendas e crescimento nos setores financeiro, tecnologia e serviços. Atualmente lidera a área de parcerias e expansão comercial na REVIIV, oferecendo soluções regulatórias inteligentes. Com trajetória marcada por resultados expressivos e atendimento a grandes players como PicPay, Cielo e Mercado Pago, Sirle combina estratégia, relacionamento e execução para transformar desafios em oportunidades.

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A Inteligência Artificial está atravessando, atualmente, sua fronteira mais ambiciosa: a transição definitiva da IA Generativa, focada em conteúdo, para a IA Agêntica, voltada à execução de tarefas. De acordo com as projeções mais recentes do Gartner, essa evolução deve gerar uma receita monumental de US$ 450 bilhões até 2035, o que representaria cerca de 30% de todo o mercado de softwares empresariais.


O Surgimento dos Agentes Autônomos


Diferente dos modelos de linguagem tradicionais que apenas respondem a perguntas, os Agentes de Inteligência Artificial são sistemas sofisticados, capazes de planejar, tomar decisões e utilizar ferramentas de forma independente.

Em primeiro lugar, há a Execução Assíncrona: o usuário define a meta e, em seguida, o agente a executa em segundo plano, navegando entre softwares e bases de dados. Além disso, destaca-se a Capacidade de Raciocínio: esses sistemas conseguem decompor problemas complexos em etapas menores e, consequentemente, corrigir o curso de ação caso encontrem erros.

Adoção Acelerada no Varejo e nas Empresas

Embora o horizonte seja 2035, o impacto será sentido muito antes. Estima-se que, já no final de 2026, cerca de 40% das aplicações corporativas tenham agentes integrados. No setor de varejo, por exemplo, o potencial é disruptivo:

  • Otimização da Cadeia de Suprimentos: envolve agentes que negociam com fornecedores e, simultaneamente, ajustam estoques de forma automática.
  • Hiperpersonalização: refere-se a sistemas que analisam o sentimento do cliente em tempo real para oferecer soluções personalizadas.
  • Redução de Atrito: foca na automação total de processos de pós-venda, abrangendo desde a logística reversa até a compensação financeira.

O Desafio da Implementação: Custos vs. ROI


Apesar das cifras astronômicas, o caminho não está totalmente livre de obstáculos. Nesse sentido, o Gartner alerta que, até 2027, 40% dos projetos de agentes de IA podem ser descontinuados. Isso ocorre, fundamentalmente, devido ao aumento exponencial dos custos de processamento e à dificuldade em medir o Retorno sobre o Investimento (ROI) de forma clara. Portanto, as empresas que vencerem essa corrida serão aquelas que focarem em governança e segurança na Inteligência Artificial.


REVIIV INSIGHTS


Em suma, estamos passando da fase da “curiosidade” para a fase da “utilidade” prática da tecnologia.

Foco em Quick Wins e Estratégia

Para a REVIIV, o foco das lideranças agora deve ser identificar os Quick Wins: áreas específicas onde um agente de Inteligência Artificial possa remover gargalos operacionais imediatos. Dessa maneira, a equipe humana fica liberada para focar na estratégia criativa.

Afinal, o objetivo da REVIIV é ajudar marcas a identificar essas oportunidades e implementar soluções que gerem ROI real. Em última análise, a pergunta que fica é: sua empresa está pronta para transformar o operacional em vantagem competitiva através da Inteligência Artificial?

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